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Resposta(s) a Eduardo "Dubi" Méndez Baa , que dixo:
"À contestar à ultima mensagem de "María Xosé": Não pretendo converter isto num diálogo de besugos assim que esta vai ser o meu último comentário ao respeito. No mundo da música tradicional não há praticamente ninguém que tenha uma "técnica vocal" digamos procedente do ámbito que se costuma definir como "clássico". Só conheço duas pessoas que o tenham feito. Conheço também pessoas do ámbito "clássico", educadas vocalmente, que se têm achegado ao mundo "tradicional" equivocadamente, por desconhcê-lo. De seguro que gostas de grupos folques ou pseudo-tradicionais de sobra conhecidos, afinados, com polifonias vocais que admiras e boas gravações por pistas, de gaiteiros mecanógrafos e demais parafernália. Pois bem, de todo esse mundo folque ou pseudo-tradicional (que costuma ter no seu poder o escasso marketing, as produtoras, discográficas, etc ) eu penso que o 99%, é uma grande bosteira. Deixei de fazer crítica musical ao respeito numa revista galega por este motivo: não considero moral ser crítico de algo do que não gostas. O engraçado é que o 99% desses grupos têm escassa formação de cultura musical tanto no ámbito tradicional como no culto. Assim por exemplo, é habitual ver harmonizações de melodias modais dentro do Sistema conhecido como tonal. Magníficos intérpretes, mas desvirtuadores completos da nossa tradição musical por falta de cultura na mesma. Magníficos mecanógrafos mas sem unto, sem substância, sem amor polo que fazem e, em definitivo, sem emoção e vendidos. Béla Bartok (talvez um dos três grandes compositores do século XX) disse que para ele era mais difícil harmonizar um tema tradicional do que compôr um próprio, Precisamente polo respeito que implica essa melodia tradicional, há que supeditar-se a ela. Aqui o que prima é o destaque e o atrevimento, as guedelhas penteadas, as valorizações subjectivas e fáceis. O trabalho de Ruote quando menos, é digno e não entra dentro desse ámbito. Podo-che assegurar que ás vezes emociona mais ouvir a um músico da rua que domina três acordes, mas que tem emoção e comunica, que muitas das audições no Conservatório. A música ao final não é mais que um processo comunicativo, que acompanha ao homem desde que nasce com um canto de berço, até que morre e é despedido com os sinos da igreja. O demais, é puro negócio. Um saúdo. Eduardo ·"Dubi" Méndez Baamonde."




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